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sábado, 1 de fevereiro de 2014

Vibrante encontro do Papa com a Comunidade Neocatecumenal


“Caminhar conjuntamente, como único rebanho, sob a guia dos Pastores das Igrejas locais” – esta uma das “recomendações” deixadas pelo Papa Francisco, “em nome da Igreja, nossa Mãe”, aos membros do Caminho Neocatecumenal, num encontro realizado neste sábado de manhã, no Vaticano, no Auditório Paulo VI. O Papa deu o “mandato missionário” a umas 1.500 pessoas do “Caminho” que partirão para 40 diferentes “missões” através do mundo, 17 das quais na Ásia. Cada uma destas “missões” é constituída por quatro ou cinco famílias (com os respectivos filhos) e ainda um padre, um seminarista e três religiosas em missão.


Dirigindo-se especialmente a estes grupos que partem em missão, a primeira recomendação do Papa Francisco foi a de “porem o máximo cuidado em construir e conservar a comunhão no interior das Igrejas particulares” em que vão atuar. O que significa “colocar-se à escuta das Igrejas” aonde são enviados, valorizando as riquezas das mesmas, sofrendo mesmo – se for preciso – as suas debilidades, e caminhando juntamente” com elas.

“A comunhão é essencial: por vezes pode ser melhor renunciar a viver em todos os pormenores o que o vosso itinerário exigiria, de modo a garantir a unidade entre os irmãos que formam a única comunidade eclesial, de que sempre vos deveis sentir parte”.


Uma segunda indicação do Papa Francisco aos Neocatecumenais que partem em missão é a consciência de que “o Espírito do Senhor chega sempre antes de nós”.


“O Senhor precede-nos sempre! Mesmo nos lugares mais distantes, mesmo nas culturas mais diversas. Deus espalha por toda a parte as sementes do seu Verbo”.


 Daqui a importância de dedicarem “especial atenção ao contexto cultural” que irão encontrar, tantas vezes “muito diferente daquele de onde provêm”. Para além do esforço de falar a língua local, importante será também “o esforço de aprender as culturas que encontrarem, reconhecendo ao mesmo tempo a necessidade do Evangelho que nelas existe e a ação que o Espírito Santo tem realizado na vida e na história de cada povo”.


Finalmente – última exortação do Papa – cuidarem “com amor uns dos outros, em particular dos mais débeis”. Pode acontecer que algum irmão ou irmã encontre dificuldades imprevistas no exigente caminho a percorrer. A Comunidade terá então que “exercitar a paciência e a misericórdia”. Será um “sinal de maturidade”.

“Não se deve forçar a liberdade de ninguém. Há que respeitar mesmo a eventual decisão de procurar, fora do Caminho, outras formas de vida cristã que ajudem a crescer na resposta à chamada do Senhor”.


 Segundo informa a agência Ecclesia, encontravam-se presentes também neste encontro com o Papa nove famílias e quatro jovens portugueses que partem em missão para diversas partes do mundo. Duas destas famílias provêm da Diocese de Lisboa, uma de Setúbal, outra de Aveiro, outra ainda da diocese de Portalegre-Castelo Branco, duas da arquidiocese de Évora. Quanto aos mais novos, trata-se de duas jovens de Lisboa, uma de Angra (Açores) e um jovem de Setúbal. Os destinos da missão são diferentes, mas é para a Ásia que “vai a maior parte das pessoas”.







Audiência do Papa Francisco à Comunidade do Caminho Neocatecumenal

O Santo Padre recebeu em audiência, na Sala Paulo VI, no Vaticano, no final da manhã deste sábado, cerca de oito mil membros da Comunidade do Caminho Neocatecumenal.

Em seu discurso, o Papa cumprimentou a equipe internacional, responsável pelo Caminho Neocatecumenal, os sacerdotes, os seminaristas, os catequistas e as inúmeras crianças, “dando graças a Deus pela alegria da fé e o ardor do testemunho cristão dado pela numerosa Comunidade”. 


A seguir, o Pontífice dirigiu uma saudação toda especial “às 75 famílias que serão enviadas, às diversas partes do mundo, para anunciar e testemunhar o Evangelho, e as agradeceu pela generosidade e por tudo o que fazem na Igreja e no mundo”. 

Toda “Missão entre os Povos” (Missio ad Gentes), é composta de quatro famílias com seus filhos, geralmente famílias numerosas, um sacerdote, um seminarista e duas mulheres solteiras, num total de 20 ou 30 pessoas, que deixam seus trabalhos, sua casa e parentes para se dedicar à missão no mundo. Atualmente, cerca de 230 famílias estão presentes em 52 cidades.

Assim, precisamente em nome da Igreja, nossa Mãe, o Bispo de Roma fez algumas “recomendações às 75 famílias” que estão para partir em missão:

“A primeira é ter o máximo cuidado em edificar e manter a comunhão no seio das Igrejas particulares, onde irão atuar. O Caminho Neocatecumenal tem seu carisma e dinâmica próprios, um dom que, como todos os dons do Espírito, tem uma profunda dimensão eclesial: pôr-se à escuta da vida das Igrejas, valorizando suas riquezas, sofrendo pelas suas fraquezas e caminhando juntos, como único rebanho, sob a guia dos Pastores das Igrejas locais”.

A comunhão, frisou o Papa, é essencial. Por isso, é preciso assegurar a unidade entre os irmãos, que formam a única comunidade eclesial, da qual os enviados devem sempre tomar parte. Depois, fez uma “segunda recomendação” às famílias que serão enviadas em missão:

“Onde quer que estejam, saibam que o Espírito de Deus chega sempre antes. Mesmo nos lugares mais distantes, nas culturas mais diferentes, Deus planta sempre a semente do seu Verbo. Daqui brota a necessidade de fazer atenção ao contexto cultural, no qual atuam. Muitas vezes, são ambientes bem diferentes dos próprios: é preciso aprender a língua local, às vezes difícil, e adaptar-se à cultura. Trata-se de um esforço que é imprescindível”. 


Enfim, o Papa Francisco exortou as famílias missionárias a conviver com amor. O próprio itinerário do Caminho Neocatecumenal é exigente neste sentido. Em tal caso, o exercício da paciência e da misericórdia, por parte da comunidade, é sinal de maturidade na fé e de liberdade.






Por isso, o Pontífice concluiu seu discurso, encorajando e exortando as famílias, que partirão em missão, a levar, sobretudo nos ambientes menos cristãos e nas periferias do mundo, o Evangelho de Jesus Cristo: 

“Evangelizem com amor, levando a todos o amor de Deus. Digam aos que encontrarão em seu caminho missionário, que Deus ama o homem, como ele é, com suas limitações, erros e pecados. Sejam mensageiros e testemunhas da infinita bondade e inesgotável misericórdia do Pai”.

Por fim, o Bispo de Roma confiou todas as famílias em missão à proteção da Virgem Maria, para que inspire e sustente sempre seu apostolado. Na escola de Maria, nossa terna Mãe, vocês serão missionários zelosos e jubilosos! 


FONTE: http://pt.radiovaticana.va/news/2014/02/01/audi%C3%AAncia_%C3%A0_comunidade_do_caminho_neocatecumenal/bra-769293

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Pe. Mario Pezzi

Mario Pezzi (Gottolengo, 10 de setembro de 1942) é um sacerdote italiano, fundador, junto com Kiko Argüello e Carmen Hernández, do Caminho Neocatecumenal.

Entrou no seminário dos Padres Combonianos com apenas dez anos, em 1951. Pe. Mario foi ordenado sacerdote 18 de março de 1969 pelo Instituto de Missionários Homens Combonianos do Coração de Jesus.

Ele conhece o Caminho Neocatecumenal em 1970. Apenas um ano depois, em 1971, tornou-se sacerdote da equipe responsável internacional, juntamente com Kiko e Carmen, substituindo Don Francis Cuppini.

FONTE: (http://pt.wikipedia.org/)