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sexta-feira, 16 de maio de 2014

Papa Francisco confirma a liturgia do Caminho Neocatecumenal

Roma,  (Zenit.org) Junno Arocho | 13 visitas

A Secretaria de Estado enviou no último 3 de abril uma carta do Santo Padre a Kiko Argüello, iniciador, junto com Carmen Hernandez, do Caminho Neocatecumenal, confirmando a praxe litúrgica do Caminho sobre a Eucaristia e sobre a Vigília Pascal.
Na Carta, o Santo Padre confirma que “o que se refere a celebração da Vigília Pascal e da Eucaristia dominical, (…) os artigos 12 e 13 [do Estatuto], lidos em sua totalidade, constituem, portanto, o quadro normativo de referência”.
Esta carta é a resposta de uma carta enviada anteriormente por Kiko Arguello onde manifestava ao Papa a sua preocupação por algumas interpretações negativas sobre as palavras do Santo Padre dirigidas a um grupo de 12.000 neo catecúmenos no dia 1º de fevereiro de 2014.
Em sua resposta, Papa Francisco nao só confirma a total validade do Estatuto do Caminho Neo catecumenal, mas afirma de conhecer “muito bem o dinamismo evangelizador do Caminho Neo catecumenal, a experiência de verdadeira conversão na vida de muitos fiéis e bons frutos graças a presença da comunidade em todo o mundo”
O Papa “confirma a sua proximidade paternal” e “ a sua afetuosa palavra de encorajamento a Kiko Argüello e a todos os que participam do Caminho”. E conclui, enquanto “manda de todo o coração a vós, da equipe internacional e a todos os membros do Caminho Neocatecumenal a Bênção Apostólica”.
ZENIT pediu a Kiko Argüello de explicar-nos o significado desta carta.
Kiko: Durante a audiência que o Papa teve no dia 1º de fevereiro, Francisco enviou 450famílias em missão à China, Vietnã, e Mongólia, como em muitas outras cidades na Europa e no mundo.
Nas indicações dadas às famílias, cheio de alegria ao ver tantos filhos, disse que às vezes, para buscar a comunhão com a diocese onde as famílias foram enviadas, se poderia ceder “alguns pormenores”, em função da comunhão ecclesial com a diocese. Estamos de acordo que a comunhão ecclesial é muito importante, mas estas palavras foram lidas fora de contexto e interpretadas negativamente por alguns inimigos do Caminho: imediatamente retiraram a Eucaristia celebrada em comunidade no sábado pela noite, vigilia do domingo, e eliminaram a Vigília Pascal da comunidade que é um dano terrível.
Esses desdobramentos me levaram a escrever uma carta ao Papa exprimindo as minhaspreocupações. Porque o problema é: quem decide quais são os detalhes que podem ser suspensos? Talvez os estatutos aprovados pela Santa Sé não são mais válidos?
Por causa dessas interpretações, alguns parocos e bispos começaram a mudar a praxe da liturgia do Caminho Neocatecumenal que foi aprovado em 2008 por cinco Congregações da Santa Sé, depois de um processo que durou muitos anos.
ZENIT: Quanto a isso qual é o significado da resposta do Santo Padre?
Kiko: O Santo Padre, através dessa carta enviada por Mons. Becciu, afirma que tudo o que ele disse nas indicações às famílias não altera em nada os Estatutos do Caminho Neocatecumenal e, citando o artigo doze, que fala da Vigília Pascal, o artigo treze, que fala da Eucaristia do Caminho, afirma que “ tudo que diz respeito à celebração da Vigília Pascal e da Eucaristia dominical”  são “o quadro normativo de referência” para o Caminho.
Pois, graças a Deus, o Papa nos salvou, porque os detalhes de um canto ou de coisas particulares podem ser mudados, estamos de acordo, mas aqui temos estas interpretaçõesque parecem anular os estatutos.
Estamos felizes que o Papa nos ama e nos defende.
ZENIT: Porque estes dois artigos são tão importantes?
Kiko: O artigo 13 é muito importante porque diz que o Caminho Neocatecumenal celebra a Eucaristia depois das primeiras vésperas do domingo em pequenas comunidades,  e que estas celebrações fazem parte da pastoral litúrgica da paróquia e são abertas a todos.
Isso é uma coisa maravilhosa porque as comunidades estão cheias de jovens e conseguimos que os jovens, ao invés de sair pelas discotecas no sábado pela noite, venham à Eucaristia do domingo. A Santa Sé, compreendendo este motivo pastoral, permitiu algumas concessões para ajudar a participação de tantos jovens. Para nós isto éfundamental, porque ao final o ponto é um só: por que temos tantos filhos? É como se algumas pessoas nos quisessem punir por isso.
O fato de ter obedecido a Humanae Vitae faz que estejamos cheios de jovens e estes jovens estão todos na Igreja e destes jovens nascem as vocações para os seminarios. Existem cem seminários, onde se encontram as vocações que são providas por essas famílias e isto o Papa o compreendeu muito bem.
O que diz respeito ao artigo doze, as comunidades de todo o mundo estão ajudando as paroquias a redescobrir a Vigília Pascal. A Santa Sé, no documento fundamental para a Vigília Pascal Paschalis Solemnitatis, exprime a dor em ver que a Vigília Pascal, ao invés de ser “a mãe de todas as vigília” e o centro da vida litúrgica dos fiéis se tornou em muitas paróquias somente uma Missa vespertina.
O artigo 12 dos estatutos estebelece exatamente que “ o neocatecumenato extimulará a parroquia a uma celebração mais rica da vigilia pascal”. Sua Eminencia, o Cardeal Cañizares, prefeito da Congregação para o Culto Divino, ressaltou justamente este papel das comunidades neocatecumenais dizendo que a Conferencia episcopal da Polônia, por exemplo, agradeceu ao Caminho porque está ajudando a recuperar e redescobrir aimportância da Vigília Pascal em toda a Polonia.
Fonte: ZENIT

sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Papa confirma Kiko Argüello consultor do Pontifício Conselho para os Leigos

Fundador do Caminho Neocatecumenal confirmado para os próximos cinco anos. Desde 2011 ele é também consultor do Dicastério para a Nova Evangelização


Papa Francisco confirmou a nomeação do fundador do Caminho Neocatecumenal, Kiko Argüello como Consultor do Pontifício Conselho para os Leigos, para os próximos cinco anos. Em 2011 Kiko foi também nomeado Consultor do Pontifício Conselho para a Nova Evangelização.

Argüello foi designado consultor do PCL em 1993, pelo Papa João Paulo II, e mais tarde confirmado pelo Papa Bento XVI.
O Papa Francisco destaca na Exortação Apostólica Evangelii Gaudium que "a imensa maioria do povo de Deus é constituída por leigos. Ao seu serviço, está uma minoria: os ministros ordenados. Cresceu a consciência da identidade e da missão dos leigos na Igreja. Embora não suficiente, pode-se contar com um numeroso laicado, dotado de um arreigado sentido de comunidade e uma grande fidelidade ao compromisso da caridade, da catequese, da celebração da fé. (...) A formação dos leigos e a evangelização das categorias profissionais e intelectuais constituem um importante desafio pastoral. " (n º 102).
Kiko Argüello participou como auditor em vários Sínodos durante estes anos, os mais recentes foram o Sínodo sobre a Eucaristia (2005), o Sínodo sobre "A Palavra de Deus na Vida e na Missão da Igreja" (2008) e o Sínodo sobre "A nova evangelização para a transmissão da fé cristã " (2012).
Em 01 de fevereiro, o Papa recebeu em audiência na Sala Paulo VI, 10.000 pessoas do Caminho Neocatecumenal. Esperava-se a bênção de 40 novos missio ad gentes, mas por falta de tempo, o papa enviou 12 que foram para a Ásia. Por isso, duas semanas depois, na sexta-feira, 14 de fevereiro, no salão de sua residência em Santa Marta, o Santo Padre recebeu novamente os responsáveis pelo Caminho, Kiko Argüello, Carmen Hernández e Pe. Mario Pezzi, e enviou em missão os sacerdotes encarregados por outros 28 missio ad gentes que evangelizam na Europa e nos Estados Unidos.

terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

"Missio ad gentes": dispostos a dar a vida por gratidão a Cristo

Os testemunhos das famílias enviadas pelo papa a pregar o Evangelho em todas as partes do mundo

"Evangelizem com amor, sejam missionários zelosos e alegres, não percam a alegria". Este é o mandamento do papa Francisco para as mais de 400 famílias do Caminho Neocatecumenal, enviadas neste fim de semana para anunciar o Evangelho de Cristo ressuscitado em todos os cantos da terra. Palavras, as do Santo Padre, que entraram para o tesouro de todas as 174 famílias que participarão das novas quarenta “missiones ad gentes” nas áreas mais descristianizadas da Europa, das Américas e da Ásia.
Estas missões "ad gentes" são uma forte ferramenta que o Caminho oferece aos bispos, que confiam nos testemunhos de amor e de perfeita unidade das famílias cristãs para reaproximar a Igreja das pessoas afastadas dela. São mães e pais que, junto com os filhos, respondem a esse chamado deixando de lado a casa, o trabalho, as amizades, na certeza de que o maior dom que o homem de hoje pode receber é conhecer o amor de Jesus Cristo.
É o mesmo amor que eles próprios experimentaram em primeira mão, como relatam Pedro e Carmen, um casal de Nova Jersey, pais de seis filhos, um dos quais no seminário em Dallas. Eles foram enviados pelo Santo Padre para a missão na Filadélfia. "Deus realmente me tirou de uma situação de morte", diz Pedro a ZENIT: "Eu morava na rua, no meio das gangues, imerso nas drogas. Deus me fez um homem novo, me deu uma esposa, me deu filhos e, acima de tudo, me deu uma família cristã. Ouvimos este chamado a ir pelo mundo anunciando o amor que Deus tem por nós".
“É claro, existe medo, mas, como eu disse, eu já tive a experiência de que Deus abriu um caminho para mim, para escapar da morte, e me deu a felicidade... Indo além das dificuldades, que com certeza vamos ter, eu confio nele”.
“Estou com mais medo pelos meus pecados do que pela missão", diz a mulher, "mas eu me lembro de onde Deus me tirou e das graças reais que Ele me deu: um casamento de 18 anos, seis filhos... E que eu não mereço". Quando perguntamos se os filhos estão felizes com a escolha dos pais, as próprias crianças respondem diretamente e em uníssono: "Siiiiiim! Estamos muito felizes!". Carmen termina: "Estamos muito felizes em fazer essa missão e eu mal posso esperar para me jogar nela e ver o que o Senhor preparou para nós".
O Santo Padre disse em seu discurso: "O Senhor sempre nos precede" e prepara um caminho mesmo "nos lugares mais remotos" e “nas mais diversas culturas”. Certos disso, Miguel e Beatriz, uma família com quatro filhos e sete "no céu", saiu da Espanha no ano passado rumo a Manchester. “Inicialmente foi bem difícil”, conta Miguel a ZENIT. “A língua, os costumes, a comida... Ficamos um ano ‘em estado de humildade’, sem conseguir nos comunicar, entender... Mas Deus nunca deixou de ajudar nem de fortalecer a nossa fé, dando-nos até as coisas concretas, como a casa, o trabalho...".
"O que mais nos impressionou foi ver como os nossos filhos se adaptaram rápido! Eles estavam felizes logo na chegada e aprenderam um inglês excelente". Esta missão, conclui o pai de família, é "a nossa maneira de dizer obrigado a Deus por tudo o que Ele fez, pela vida que Ele deu para nós e para os nossos filhos".
Também por gratidão, Cedric, Cristine e os quatro filhos decidiram partir em missão para Rajkot, na Índia. Um ato de fé extraordinário, considerando que o país é conhecido pela perseguição contínua contra os cristãos. "Os riscos são muitos", diz o indiano, falando em um tímido italiano; "a maioria da população é hinduísta, alguns até fanáticos. É tudo difícil. Mesmo na Índia, temos que aprender outra língua, outra cultura, é tudo diferente". Então, por quê? "Porque a gratidão a Deus é mais forte. Temos visto milagres e amor demais para não sermos capazes de compartilhar isso tudo com os outros". Um exemplo, conta ele, "foram as gravidezes difíceis da minha esposa. Ela arriscou muito, mas tínhamos fé, oramos e Deus nos deu quatro filhos. Um verdadeiro milagre: cada criança foi um presente! As nossas crianças são conscientes de que a vida foi um presente de Deus. E por isso estão felizes".
Outro belo testemunho é o de Paolo e Anna, um jovem casal italiano de Trieste, ele com 28 e ela com 25 anos, pais de duas crianças pequenas. Estão entre as famílias enviadas para a Ásia. "Encontramos Jesus Cristo, nos sentimos amados e estamos dispostos a levar esse amor para qualquer lugar", conta Paolo. "Nem sempre é fácil, a vida às vezes pesa, mas nós confiamos no Espírito Santo. Sem Ele, nós não fazemos nada".
"É realmente um milagre ver todas essas pessoas partindo para evangelizar, saindo de casa, da sua segurança", disse a ZENIT dom Anthony Sablan Apuron, arcebispo na ilha de Guam. "Eu fiquei especialmente impressionado com as famílias enviadas para a China, dispostas a aprender uma nova língua, uma cultura totalmente diferente, dispostas a perder a vida. Estou certo de que o Senhor vai ajudá-los".
Dom John McIntyre, bispo auxiliar de Filadélfia, para onde vão 12 famílias enviadas na missão “ad gentes”, concorda. "Foi um encontro muito bonito e comovente, especialmente por ver a preocupação do Santo Padre com as famílias e o interesse dele pelos seus filhos, mas também a generosidade dessas pessoas que se oferecem tão maravilhosamente para a missão da Igreja. Nós somos muito gratos a essas famílias, a esses sacerdotes e seminaristas, especialmente pela coragem de enfrentar os desafios humanos que vão surgir, não só a língua e as novas culturas, mas também para encontrar emprego, encontrar uma escola para os filhos. Mas eu tenho certeza de que eles vão conseguir, sustentados em tudo pela fé em Cristo e na sua vitória sobre os problemas, sobre o pecado e a morte".


sábado, 1 de fevereiro de 2014

Vibrante encontro do Papa com a Comunidade Neocatecumenal


“Caminhar conjuntamente, como único rebanho, sob a guia dos Pastores das Igrejas locais” – esta uma das “recomendações” deixadas pelo Papa Francisco, “em nome da Igreja, nossa Mãe”, aos membros do Caminho Neocatecumenal, num encontro realizado neste sábado de manhã, no Vaticano, no Auditório Paulo VI. O Papa deu o “mandato missionário” a umas 1.500 pessoas do “Caminho” que partirão para 40 diferentes “missões” através do mundo, 17 das quais na Ásia. Cada uma destas “missões” é constituída por quatro ou cinco famílias (com os respectivos filhos) e ainda um padre, um seminarista e três religiosas em missão.


Dirigindo-se especialmente a estes grupos que partem em missão, a primeira recomendação do Papa Francisco foi a de “porem o máximo cuidado em construir e conservar a comunhão no interior das Igrejas particulares” em que vão atuar. O que significa “colocar-se à escuta das Igrejas” aonde são enviados, valorizando as riquezas das mesmas, sofrendo mesmo – se for preciso – as suas debilidades, e caminhando juntamente” com elas.

“A comunhão é essencial: por vezes pode ser melhor renunciar a viver em todos os pormenores o que o vosso itinerário exigiria, de modo a garantir a unidade entre os irmãos que formam a única comunidade eclesial, de que sempre vos deveis sentir parte”.


Uma segunda indicação do Papa Francisco aos Neocatecumenais que partem em missão é a consciência de que “o Espírito do Senhor chega sempre antes de nós”.


“O Senhor precede-nos sempre! Mesmo nos lugares mais distantes, mesmo nas culturas mais diversas. Deus espalha por toda a parte as sementes do seu Verbo”.


 Daqui a importância de dedicarem “especial atenção ao contexto cultural” que irão encontrar, tantas vezes “muito diferente daquele de onde provêm”. Para além do esforço de falar a língua local, importante será também “o esforço de aprender as culturas que encontrarem, reconhecendo ao mesmo tempo a necessidade do Evangelho que nelas existe e a ação que o Espírito Santo tem realizado na vida e na história de cada povo”.


Finalmente – última exortação do Papa – cuidarem “com amor uns dos outros, em particular dos mais débeis”. Pode acontecer que algum irmão ou irmã encontre dificuldades imprevistas no exigente caminho a percorrer. A Comunidade terá então que “exercitar a paciência e a misericórdia”. Será um “sinal de maturidade”.

“Não se deve forçar a liberdade de ninguém. Há que respeitar mesmo a eventual decisão de procurar, fora do Caminho, outras formas de vida cristã que ajudem a crescer na resposta à chamada do Senhor”.


 Segundo informa a agência Ecclesia, encontravam-se presentes também neste encontro com o Papa nove famílias e quatro jovens portugueses que partem em missão para diversas partes do mundo. Duas destas famílias provêm da Diocese de Lisboa, uma de Setúbal, outra de Aveiro, outra ainda da diocese de Portalegre-Castelo Branco, duas da arquidiocese de Évora. Quanto aos mais novos, trata-se de duas jovens de Lisboa, uma de Angra (Açores) e um jovem de Setúbal. Os destinos da missão são diferentes, mas é para a Ásia que “vai a maior parte das pessoas”.







Audiência do Papa Francisco à Comunidade do Caminho Neocatecumenal

O Santo Padre recebeu em audiência, na Sala Paulo VI, no Vaticano, no final da manhã deste sábado, cerca de oito mil membros da Comunidade do Caminho Neocatecumenal.

Em seu discurso, o Papa cumprimentou a equipe internacional, responsável pelo Caminho Neocatecumenal, os sacerdotes, os seminaristas, os catequistas e as inúmeras crianças, “dando graças a Deus pela alegria da fé e o ardor do testemunho cristão dado pela numerosa Comunidade”. 


A seguir, o Pontífice dirigiu uma saudação toda especial “às 75 famílias que serão enviadas, às diversas partes do mundo, para anunciar e testemunhar o Evangelho, e as agradeceu pela generosidade e por tudo o que fazem na Igreja e no mundo”. 

Toda “Missão entre os Povos” (Missio ad Gentes), é composta de quatro famílias com seus filhos, geralmente famílias numerosas, um sacerdote, um seminarista e duas mulheres solteiras, num total de 20 ou 30 pessoas, que deixam seus trabalhos, sua casa e parentes para se dedicar à missão no mundo. Atualmente, cerca de 230 famílias estão presentes em 52 cidades.

Assim, precisamente em nome da Igreja, nossa Mãe, o Bispo de Roma fez algumas “recomendações às 75 famílias” que estão para partir em missão:

“A primeira é ter o máximo cuidado em edificar e manter a comunhão no seio das Igrejas particulares, onde irão atuar. O Caminho Neocatecumenal tem seu carisma e dinâmica próprios, um dom que, como todos os dons do Espírito, tem uma profunda dimensão eclesial: pôr-se à escuta da vida das Igrejas, valorizando suas riquezas, sofrendo pelas suas fraquezas e caminhando juntos, como único rebanho, sob a guia dos Pastores das Igrejas locais”.

A comunhão, frisou o Papa, é essencial. Por isso, é preciso assegurar a unidade entre os irmãos, que formam a única comunidade eclesial, da qual os enviados devem sempre tomar parte. Depois, fez uma “segunda recomendação” às famílias que serão enviadas em missão:

“Onde quer que estejam, saibam que o Espírito de Deus chega sempre antes. Mesmo nos lugares mais distantes, nas culturas mais diferentes, Deus planta sempre a semente do seu Verbo. Daqui brota a necessidade de fazer atenção ao contexto cultural, no qual atuam. Muitas vezes, são ambientes bem diferentes dos próprios: é preciso aprender a língua local, às vezes difícil, e adaptar-se à cultura. Trata-se de um esforço que é imprescindível”. 


Enfim, o Papa Francisco exortou as famílias missionárias a conviver com amor. O próprio itinerário do Caminho Neocatecumenal é exigente neste sentido. Em tal caso, o exercício da paciência e da misericórdia, por parte da comunidade, é sinal de maturidade na fé e de liberdade.






Por isso, o Pontífice concluiu seu discurso, encorajando e exortando as famílias, que partirão em missão, a levar, sobretudo nos ambientes menos cristãos e nas periferias do mundo, o Evangelho de Jesus Cristo: 

“Evangelizem com amor, levando a todos o amor de Deus. Digam aos que encontrarão em seu caminho missionário, que Deus ama o homem, como ele é, com suas limitações, erros e pecados. Sejam mensageiros e testemunhas da infinita bondade e inesgotável misericórdia do Pai”.

Por fim, o Bispo de Roma confiou todas as famílias em missão à proteção da Virgem Maria, para que inspire e sustente sempre seu apostolado. Na escola de Maria, nossa terna Mãe, vocês serão missionários zelosos e jubilosos! 


FONTE: http://pt.radiovaticana.va/news/2014/02/01/audi%C3%AAncia_%C3%A0_comunidade_do_caminho_neocatecumenal/bra-769293

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Carta da Equipe Nacional

Rio de Janeiro, 31 de julho de 2013
Queridos irmãos. 
Cristo Ressuscitou Verdadeiramente! 
Bendigamos o Senhor de todo coração por termos permitido viver esta grande JMJ.
Tem sido muitas as dificuldades até ultimo momento, mas o Senhor saiu vitorioso em todos nós... 
Que grandes encontros com o Papa Francisco em Copacabana... o cambio de Guaratiba para
Copacabana, apesar as dificuldades foi mais uma grande ação de Deus, para manifestar ao mundo que a Igreja está viva, jovem e com o Papa.
O Encontro Vocacional foi um grande sucesso e o Senhor nos permitiu ser participantes da sua obra: Se levantaram 3.000 moços e 2.000 moças. Graças a Deus! 
Eramos 60.000 irmãos de 70 nações. Além das TVs em vários lugares do mundo, o Encontro foi visto em internet até 30.000 conexões simultâneas e em vários lugares do mundo, os jovens tem-se reunido com seus catequistas e, ao mesmo tempo que Kiko, pediram vocações e muitos se levantaram também.
Pela superlotação, muitos tiveram que participar do lado de fora. Foi para nós um grande
sofrimento, mas ofereçamos este sofrimento por todos os jovens do Caminho, para que o Senhor os fortaleza no combate contra o demônio. 
Estamos recebendo agradecimentos dos responsáveis do Caminho nas diversas nações e todos nos pedem: digam aos irmãos do Brasil que através da acolhida recebida, temo-nos sentido muito amados por Deus!. 
Sabemos de muitas dificuldades que tem aparecido, mas também sabemos que Deus interveio, e seguro, com a mediação do beato João Paulo II, fundador das JMJs. 
Muitos irmãos tem sido fundamentais para que tudo corresse bem: acolhidas nas paróquias, nas casas, na preparação de refeições, nas missões, monitores acompanhando os grupos, aeroportos, visitas a paróquias, oferecendo cobertores, na preparação do Encontro vocacional, em fim... tantas pessoas e tantos momentos em que podemos dizer: Temos acolhido Cristo que passava no meio de nós! 
Juntos agradeçamos ao Senhor e na Eucaristia elevemos o cálice da bênção pelos milagres que o Senhor atuou no meio de nós! 
Finalmente dizer-vos que foi uma grande graça ter entre nós Kiko, Carmen e Pe. Mario, e que na despedida nos falaram que estavam muito contentes e que agradeçamos também a todos os irmãos do Caminho no Brasil. 
Que a Virgem de Aparecida, padroeira do Brasil, nos conceda agora, ser fieis ao Espirito recebido. 
Rezai por nós 
Pe. José, Pilar e Raúl.

domingo, 14 de julho de 2013

Kiko Argüello recebe doutorado honoris causa em Teologia pela Universidade de Lublin

Universidade Católica João Paulo II concede o título ao iniciador do Caminho Neocatecumenal pela sua contribuição para a renovação da Igreja depois do Concílio Vaticano II


Aconteceu no último dia 26, a cerimônia de titulação como Doutor Honoris Causa em Teologia concedida ao iniciador e responsável pelo Caminho Neocatecumenal em todo o mundo, Kiko Argüello, na Universidade Católica João Paulo II, de Lublin, na Polônia.
De acordo com a instituição acadêmica, a homenagem foi feita a Kiko “por ter fornecido uma valiosa contribuição para a renovação da Igreja, seguindo cuidadosamente as indicações do Concílio Vaticano II, reconduzindo os cristãos afastados da comunidade eclesial até as fontes da fé, que brotam da bíblia e da liturgia; por ter iniciado, juntamente com a Sra. Carmen Hernández, uma instituição pós-batismal, obra extremamente preciosa para o mundo de hoje, conhecida em todo o planeta como Caminho Neocatecumenal. Esta forma de iniciação cristã, enriquecida pela beleza da nova estética, desenvolve, hoje em dia, uma ação de evangelização e de reevangelização no mundo inteiro; prepara a missio ad gentes; intervém ativamente para que o cristianismo e o judaísmo se aproximem um do outro; defende os valores da vida e da dignidade humana, do matrimônio e da família cristã”.
Durante o evento, Argüello disse que se sentiu "embaraçado" diante de tantos elogios e explicou: "Como todos os cristãos, eu espero apenas perseguições", porque "Cristo sempre foi odiado e perseguido. Hoje, eu sou chamado à humildade, aceitando tudo isto". E agregou: "Carmen Hernández merece muito mais do que eu esta homenagem. Eu a recebo no lugar dela, porque foi ela quem ofereceu, além de muitas outras coisas, toda a teologia pascal que nos aproximou do povo judeu". Depois destas palavras, ele anunciou o kerygma afirmando que "a melhor coisa que podemos fazer nesta vida é pregar o Evangelho".
O evento, que reuniu cerca de mil pessoas, registrou a presença de vários bispos, entre eles dom Kiernikowski, bispo de Siedle, e dom Grzegorz Rys, de Cracóvia.
A universidade já concedeu títulos honoris causa a outras personalidades importantes, como Bento XVI, então cardeal Ratzinger; Andrea Riccardi, fundador da Comunidade de Santo Egídio, e Chiara Lubich, fundadora do Movimento dos Focolares.


segunda-feira, 24 de junho de 2013

Celebração Sinfônico-Catequética em Auschwitz-Birkenau | TvTrwam (23/06/2013)



Ontem, domingo, 23 de junho, às 17h00, a Orquestra Sinfônica do Caminho Neocatecumenal interpretou a Sinfonia "O Sofrimento dos Inocentes", na cidade polonesa de Auschwitz, em frente ao chamado "Portão da Morte", a entrada do campo de concentração de Birkenau, conhecida como Auschwitz II. A obra musical, composta pelo fundador e responsável internacional do Caminho, Kiko Argüello, fará parte de uma festa em homenagem aos milhões de vítimas do Holocausto e de todas as vítimas inocentes dos nossos dias.
Participaram do ato de seis cardeais, mais de 50 bispos, 30 rabinos e muitas personalidades do mundo católico e hebraico. Cerca de 12 mil pessoas assistiram a celebração sinfônica que foi presidida pelo Arcebispo de Cracóvia, o Cardeal Stanislaw Dziwisz.

Os cardeais que estavam foram o arcebispo de Cracóvia, Stanislaw Dziwisz, o arcebispo de Varsóvia, Kazimierz Nycz, o arcebispo de Viena, Christoph Schönborn, o presidente emérito do Pontifício Conselho "Cor Unum", Paul Josef Cordes, presidente do Pontifício Conselho para os Leigos, Dom Stanislaw Rylko e o arcebispo de Palermo, Paolo Romeo. Entre os rabinos se encontravam o rabino Greenberg, ex-presidente da Jewish Life Network e da Steinhardt Foundation; o rabino Rosenbaum, secretário-geral do Conselho dos rabinos da Améria do Norte e o rabino David Rosen, presidente do Comitê Hebreu Internacional para as relações inter-religiosas e responsável pelas relações com a Santa Sé.

A sinfonia foi apresentada por seu compositor, Kiko Argüello, que explicou cada movimento da obra que consiste em: Getsêmani, Lamento, Perdonali, Espada, Shemá Israel e Resurrexit. A obra musical conduz o espectador ao momento em que a Virgem observa como seu filho é crucificado. "Nós vemos a Virgem Maria sob o escândalo do sofrimento dos inocentes vivdo em sua própria carne e de seu Filho." Oh, que dor!, canta a voz enquanto uma espada atravessa seu coração ", diz Kiko Argüello." Esse grande mistério do sofrimento de tantos inocentes que sofrem pelos pecados dos outros: a violência sem precedentes, essa fila interminável de mulheres e crianças levadas para as câmaras de gás e a dor profunda de um dos guardas que ouviu uma voz sussurrando em seu coração 'põe-te na fila e vai com eles até a morte ', sem saber de onde veio ", diz o compositor.

"Alguns dizem que, após o horror de Auschwitz não é possível acreditar em Deus. Isso não é verdade, porque Deus se fez homem apenas para tomar consigo o sofrimento de tantos inocentes. Ele é o inocente, Ele é o Cordeiro levado ao matadouro, Ele que não disse nada levou consigo todos os pecados", acrescenta Argüello durante a explicação da obra.

A celebração sinfônico-catequética quer ser como uma ponte entre a Igreja Católica e o povo hebreu, promovendo boas relações e laços de amizade, como solicitado em várias ocasiões João Paulo II e Bento XVI. O Papa Francisco, como arcebispo de Buenos Aires, expressou o mesmo desejo em muitas ocasiões e tem um bom relacionamento com o povo judeu, tendo grande amizade com rabinos importantes.

A orquestra do Caminho, dirigida por Pau Jorquera, já se apresentou em várias cidades do mundo, entre as quais é importante observar Jerusalém, Galileia, Belém, Paris, Madrid, Boston, Nova York, Chicago e Düsseldorf. Em muitos desses lugares têm envolvido membros do povo judeu, que ficam profundamente emocionados pela  música e por seu significado.

Além disso, a Universidade de Lublin entregará o título de doutor Honoris Causa a Kiko Argüello. A Universidade tem procurado enfatizar a contribuição oferecida pelo fundador do Caminho à renovação da Igreja pós-conciliar, por meio Neocatecumenato. Antes da cerimônia de inauguração, a Orquestra do Caminho interpretará de novo a Sinfonia.  Em 27 de junho será realizada no Opera House em Budapeste a celebração Sinfônico-Catequética que será presidida pelo cardeal Peter Ërdo, que tem manifestado entusiasmo com a iniciativa.

Tradução italiana:

FONTE: (http://www.zenit.org/)

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Carta de Kiko, Carmen e Pe Mário

Queridos irmãos: a paz de Jesus Cristo ressuscitado esteja convosco.

Temos a alegria de comunicar que o Santo Padre Francisco nos convidou Kiko, Carmen e Padre Mario à missa a ser celebrada em Santa Marta no próximo sábado, dia 18 de maio. Nós damos graças à Virgem de Fátima, como foi o dia 13 de maio, a festa da Virgem, quando recebeu o convite do Secretário do Papa.

Boa Pentecostes. Rezem por nós.

Kiko, Carmen, P.Mario
FONTE: (http://redcamino.com/)

terça-feira, 16 de abril de 2013

Kiko Arguello, doutor Honoris causa em Roma

O Pontifício Instituto João Paulo II para Estudos sobre o Matrimônio e a Família concedeu o título doutores "Honoris Causa" aos iniciadores do Caminho Neocatecumenal, os espanhóis Francisco Gómez, conhecido como Kiko Argüello, e Carmen Hernández. A cerimônia realizou-se na cidade de Roma na quarta-feira 13 de maio de 2009, festa de Nossa Senhora de Fátima e 28º aniversário da fundação do mesmo instituto. Com este reconhecimento o Instituto valorizou a fecundidade especial do Caminho Neocatecumenal pela plena valorização da família como sujeito eclesial e social, em total consonância com o pensamento de João Paulo II. Kiko Argüello iniciou a lição doutoral pedindo um aplauso para Carmen Hernández, assegurando que sem ela, o Caminho Neocatecumenal não teria sido o mesmo. Referiu-se ao papel da família na Igreja e destacou o trabalho das famílias do Caminho, famílias numerosas que munidas pelo Espírito Santo fazem missão em todo o mundo dando testemunho de vida cristã. Kiko Argüello afirmou que a família cristã é remédio para a crise social e moral da sociedade e da Igreja. Também foi conferido o doutorado "Honoris Causa" ao professor da Universidade de Bolonha, Pierpaolo Donati, considerado pelo Instituto como "um dos máximos expertos no mundo da sociologia da família". Para mim esta investidura é um sofrimento porque espero na minha vida perseguição se quero seguir a Jesus Cristo, não honras. Isto eu tenho que levar com humildade. Rezem por mim. O Papa João Paulo II, deu as esse Instituto um carisma especial para investigar sobre a verdade natural e revelada pelo matrimônio e pela família. Creio que hoje, ambas as visões que temos escutado são de uma grande contribuição para este instituto para continuar com este trabalho de manifestar ao mundo que o projeto de Deus é possível. O verdadeiro desafio que tem hoje a Igreja é a família. A destruição da família, se está destruindo em todas as partes. E as consequências da destruição da família são catastróficas nos jovens que são abandonados a si mesmos. Na Espanha a cada 4 minutos se destrói um matrimônio, milhares e milhares de jovens abandonados. Então, reconstruir a família. Isto vai criar um novo tipo de sociedade....e quisera fazer algo para que as pessoas se reunissem. Porque a família se destruiu radicalmente e isso é gravíssimo. É como uma praga apocalíptica.


FONTE: (www.camminoneocatecumenale.­it/)

terça-feira, 9 de abril de 2013

Kiko Argüello publica livro com lembranças das favelas onde nasceu o Caminho Neocatecumenal

Nessas favelas do bairro Palomeras Altas, em Madri (Espanha) nasceu do Caminho Neocatecumenal. Foi em 1964, quando o pintor Kiko Argüello teve uma grande crise existencial.
FONTE: (http://www.romereports.com)

sábado, 6 de abril de 2013

Gran Misión

No próximo domingo dará inicio a uma "Grande Missão" em milhares de praças em cidades de todo o mundo. Por ocasião do Ano da Fé, o Caminho Neocatecumenal se ofereceu para realizar nas praças de todas as cidades do mundo cinco catequeses durante os domingos do tempo pascal. Estes encontros, que começam neste domingo e 07 de abril, serão realizados nas praças próximas às paróquias.

Durante estes cinco domingos, serão respondidas  algumas perguntas como "Quem é Deus para você?", "Você já experimentou em sua vida que Deus existe?", "Para que viver?", "O que é a Igreja?".

A "Grande Missão" será realizada em 120 países e cerca de 10.000 praças em todo o mundo. Em Roma, por exemplo, serão 100 praças e em Madri mais de 50, as que abraçam as diversas catequeses com as que pretendem ajudar as pessoas a ter um encontro com Jesus Cristo, através de ouvir a Boa Notícia: o kerygma de nossa salvação.

A ideia surgiu depois que o Pontifício Conselho para os Leigos e o Pontifício Conselho para a Nova Evangelização perguntaram a equipe responsável pelo Caminho Neocatecumenal, Kiko Argüello, Carmen Hernández e Pe. Mario Pezzi, como pensava o Caminho contribuir para o Ano da Fé proclamado por Bento XVI.

Esta "Grande Missão" coincide com as palavras que pronunciou recentemente o Papa Francisco em afirmar a necessidade da Igreja "sair de si mesma para ir para as periferias" e com outras mensagens sendo Cardeal Arcebispo de Buenos Aires, em que sublinhou a necessidade de tomar as ruas e as praças para evangelizar.

PAPA FRANCISCO APÓIA A "GRANDE MISSÃO"

A responsavel do Caminho Neocatecumenal na Argentina foi a encarregada por apresentar o projeto ao ainda Cardeal Bergoglio pouco antes de viajar a Roma para participar do Conclave no qual ele seria eleito o novo Papa da Igreja. Ao conhecer a iniciativa, manifestou a sua alegria e apoio e desejou frutos abundantes.

Por outro lado, o iniciador do Caminho, Kiko Argüello, teve a oportunidade de saudar o Papa Francisco brevemente na residência de Santa Marta. Durante o encontro, o então arcebispo de Buenos Aires foi até ele e disse, sorrindo: "Que bagunça que vocês armaram, mas você tem que continuar com essa bagunça."

Nos próximos domingos do mês de abril e no primeiro domingo do mês de maio, às 9h30, o Caminho Neocatecumenal fará um momento de evangelização chamado “Anúncio do Querigma”.

1- Como isso se encaixa no contexto do Ano da Fé e da Páscoa?
É a contribuição do Caminho Neocatecumenal com o Anuncio do Querigma no Ano da Fé onde a Pascoa por si só já anuncia a ressurreição de Cristo.

2- Quanto tempo essa evangelização vai durar?
A proposta de evangelização acontecerá em todos os domingos da Pascoa, dias 7, 17, 21, 28 de abril e 5 de maio, onde um grupo de fiéis das varias paróquias estarão evangelizando em algumas praças da cidade.

Após estes encontros, e se algumas pessoas quiserem dar continuidade, serão então encaminhadas às paróquias onde continuarão as catequeses para os jovens e adultos que selarão com os sacramentos o querigma recebido.

Sem duvida será um momento de graça e fortalecimento da Igreja, que com esta missão, exerce seu ministério de evangelização na grande Cidade.

3- Qual atividade será feita na praça?
Esta atividade de evangelização iniciará com cantos para atrair as pessoas que passam, uma breve oração de laudes, alguns testemunhos de jovens dando a experiencia de fé em suas vidas, a seguir uma breve catequese com um Anúncio do Querigma, finalizando com orações dos presentes que quiserem e um canto à Virgem Maria.

Nelson Sanchez Moreno Junior, responsável da equipe de evangelização do Caminho Neocatecumenal na Arquidiocese de São Paulo.
FONTE: (http://arquidiocesedesaopaulo.org.br/)

terça-feira, 12 de março de 2013

Kiko Argüello: 'O próximo Papa tem que ser apóstolo e mártir'

Mensagem de Kiko Argüello para o Conclave


Queridos irmãos:

Pedimos que apoiemos o conclave com nossas orações e com os seguintes atos:

Na terça-feira dia 12, jejum de comida, apenas pão e água (também as comunidades jovens).

Na quarta-feira dia 13 (ou terça-feira, segundo dia da celebração), rezar o Rosário na igreja, diante do sacrário, antes da Celebração da Palavra (em cada paróquia terá que discernir que horas se pode fazer segundo os horários de Missa , haverá casos em que tenham que rezar várias comunidades juntas, mas depois cada uma vai para a sua celebração na hora que corresponda).

É muito importante realizar essas atividades que servirão para pedir ao Senhor pelos cardeais e pelo o novo Papa.

A Paz.

Kiko, Carmen e P. Mario Pezzi.
FONTE: (http://redcamino.com/)