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segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

A Virgem de Vladimir

Pintura de um artista anônimo do século XII. Permaneceu, por muito tempo, na cidade de Vladimir; por este motivo leva o nome de “A Virgem de Vladimir”, ou “A Virgem da Ternura de Vladimir”.

A contemplação desse ícone nos conduz a uma experiência espiritual profunda. Leva-nos a seguir um movimento que parte dos olhos da Virgem em direção às suas mãos. Passa das mãos de Maria para a criança e da criança novamente para os olhos de Maria.

Os olhos da Virgem

Seus olhos olham para dentro e para fora ao mesmo tempo. Olham para dentro, para o coração de Deus e para fora, para o coração do mundo, revelando, assim, a unidade inescrutável entre o Criador e a criação. Seus olhos contemplam os espaços infinitos do coração, onde alegria e tristeza não são mais emoções contrastantes, mas transcendidas na unidade espiritual.

O olhar de Maria é acentuado pelas estrelas que brilham em sua testa e em seus ombros. Elas fala da presença divina que permeia seu ser. Maria está completamente aberta ao Espírito, que torna seu ser mais interiorizado e completamente atento ao poder criador de Deus. Orando à Virgem de Vladimir, constamos que ela nos vê com os mesmos olhos com que vê Jesus.

As mãos da Virgem

É impossível rezar durante muito tempo contemplando o ícone sem sentir-nos atraídos por suas mãos. Uma das mãos sustenta a criança, enquanto a outra permanece livre, num gesto aberto de convite.

Maria é a mãe de Jesus. Todo o seu ser é Jesus. Sua mão não ensina, nem explica e nem pede. Simplesmente oferece o seu filho como o Salvador do mundo a todos os que estão abertos a ver Jesus com os olhos da fé.

A mão de Maria ocupa o coração do ícone. É indescritivelmente bela. Sua centralidade resume o ícone inteiro. Transforma a imagem expressão do cântico de Maria: “Minha alma exalta o Senhor e meu espírito exulta de júbilo em Deus, meu Salvador” (Lc 1, 46). Enquanto nossa atenção vai dos olhos para as mãos de Maria, lentamente, percebemos sua profunda paciência. Ela é a mãe paciente que espera a hora do nosso “sim”. Sua mão está sempre ali, no âmago do mistério da Encarnação, convidando-nos a ir a Jesus.

O filho da Virgem

Ao olhar longamente o ícone percebe-se o significado de tudo o que o rodeia. É fácil notar que o filho não é um bebê. É um sábio vestido com roupas de adulto. O rosto iluminado e a túnica dourada indicam que o sábio é verdadeiramente o Verbo de Deus, cheio de majestade e esplendor. É o verbo feito carne, Senhor de todos os tempos, fonte de toda a sabedoria, princípio e fim da criação.Tudo fica claro dentro e ao redor do filho. No filho não há escuridão.

Contemplando o rosto da criança percebemos uma luz esplêndida que cai no lado direito do ícone, tocando delicadamente o nariz da Virgem e iluminando o rosto do filho. Mas a luz vem também de dentro. É um brilho interior que se projeta para fora e aprofunda a intimidade entre mãe e filho, revelada no abraço carregado de ternura. A criança está se dando completamente à Virgem. O braço envolve afetuosamente mãe e filho. Os olhos da criança estão fixos nos olhos dela. A atenção é plena. Sua boca está próxima à da mãe, oferecendo-lhe seu sopro divino. Jesus oferece sua sabedoria divina à Mãe da humanidade.

Os olhos da Virgem chamam nossa atenção para suas mãos; suas mãos chamam nossa atenção para a criança; e a criança nos reconduz a ela, que fala ao Filho em nome de toda a humanidade.

A Virgem do Terceiro Milênio

O ícone “Virgem do Terceiro Milênio” de Kiko Argüello foi baseado na Virgem de Vladimir.

FONTE: Do livro: "Contempla a Face do Senhor", Editora Loyola.

Campanha de hospedagem dos peregrinos


Um milhão e meio de locais de acolhida. Esta é a meta a ser alcançada para a JMJ Rio2013. Para atingir esse número, a campanha institucional, que tem como slogan “O coração do mundo bate aqui”, terá um desdobramento voltado especificamente para a hospedagem da Jornada.

Envolvendo todos os setores da sociedade como artistas, apresentadores, esportistas, entre outros, a mensagem da campanha mostrará diversas possibilidades de locais de acolhida. “Abra seu coração, sua casa”, “Abra seu coração, abra seu clube”, são apenas alguns dos exemplos. Nomes como a apresentadora Ana Maria Braga, a atriz Christiane Torloni e os ginastas Daniele e Diego Hypólito estarão apresentando a campanha.

A divulgação nacional será realizada por meio de comercias nas principais emissoras de televisão, além de anúncios na mídia impressa, rádios, outdoor e internet. Para compreender esta nova iniciativa, entrevistamos a diretora do setor de Hospedagem da JMJ Rio2013, irmã Graça Maria.

Comunicação da JMJ - Qual o objetivo desta campanha institucional?

Irmã Graça Maria - Nós trabalhamos no primeiro semestre para a comunidade católica, ou seja, a campanha foi toda voltada para o público interno. Agora começaremos atingir a sociedade, queremos mobilizar todo o povo carioca para abrir suas casas ao acolhimento. Por isso, iremos utilizar artistas que podem nos ajudar a mobilizar a sociedade, dando sua credibilidade a campanha e a hospedagem da Jornada. Nosso objetivo é envolver toda a população, através do meio artístico e desportivo, de forma que atinja a sociedade em todas as suas dimensões.

JMJ - Por que utilizar artistas nesta campanha?

Irmã Graça Maria - Porque os artistas podem com a sua fama dar credibilidade ao trabalho que está sendo feito com a relação à hospedagem e à Jornada Mundial da Juventude. Por exemplo, quando a Elba Ramalho publica na coluna do O Globo que quer acolher, que vai acolher... Isso dá uma credibilidade e uma seriedade muito grande ao trabalho que está sendo feito. É um grande fator que ajuda a envolver a população, por meio da mídia, dos artistas e cantores.

JMJ - Quais são os públicos que se pretende atingir?

Irmã Graça Maria - A sociedade de um modo em geral, a população carioca, independentemente de ser católico ou não. Queremos trabalhar a sociedade como um todo. Pretende-se atingir todas as camadas da sociedade, por meio dos artistas. Queremos atingir esse público como um todo. Quando um artista, apresentador de TV ou desportista, que tem certa credibilidade na mídia, fala sobre algo é porque ele confia naquilo. Então, o fato de nós utilizarmos estes artistas é porque queremos mostrar para sociedade que essa campanha tem credibilidade.

JMJ - Existe alguma meta almejada?

Irmã Graça Maria - Não necessariamente com a campanha. Existe uma meta para atingir na Jornada que é de um milhão e meio de vagas de alojamento. Nós trabalhamos a campanha como um todo. A primeira parte já foi finalizada. Agora, estamos na segunda. Essa campanha é mais um instrumento para atingir a nossa meta.
FONTE: (http://www.rio2013.com/)

Festa da Sagrada Família

Dezembro de 2012, por ocasião do Natal, Madri celebrou a Festa da Sagrada Família na Praça de Colón. Tornou-se uma tradição em que participaram muitas famílias também de diferentes países europeus.

Este ano, o tema escolhido foi tirado de uma frase de Bento XVI. Para ele, "A família cristã é esperança para hoje", e quer transmitir uma mensagem alegre e positiva sobre a família, resultado da fé em Deus e do plano divino para a instituição familiar. Nestes tempos difíceis que atravessa a sociedade, a família cristã brilha com a luz de Deus, como uma autentica esperança em meio a crise atual.

A festa foi realizada no domingo, 30 de dezembro. Às 12h, houve uma conexão com Roma para ouvir a mensagem do Santo Padre, e então foi possível começar a Eucaristia, presidida pelo Cardeal Arcebispo de Madri e Presidente da Conferência Episcopal Espanhola, Antonio Mª. Rouco Varela. A Santa Missa foi também concelebrada pelos Bispos da Província Eclesiástica, e numerosos bispos espanhóis e de outros países.

Anteriormente, e em preparação para a missa, Kiko Arguello, fundador do Caminho Neocatecumenal, proclamou o kerygma por volta das 10h30min. Falou também o Mons. Vincenzo Paglia, presidente do Pontifício Conselho da Família no Vaticano.

Celebração das Famílias

Como se sabe, este ano se celebra em todo o mundo o Ano da Fé, convocado pelo Santo Padre Bento XVI. Neste contexto, toda a comunidade diocesana esteve envolvida na celebração deste dia. E, por desejo do cardeal de Madri, a Missão Madri tem sido responsável por organizar importantes novidades que ajudarão a se preparar para viver com mais sentido católico esta festa.


Os dias antes da Festa da Sagrada Família, na sexta-feira 28, sábado 29 e domingo 30, até o início da missa na Praça de Colón, nos Jardins do Descobrimento houveram alguns atos de preparação para celebrar a grande festa da família.

Assim, nos Jardins toda a família - avós, filhos e netos - puderam orar juntos diante do Santíssimo Sacramento exposto na Custodia. A razão é pedir a Deus pela instituição da família, pelas famílias que passam dificuldades, pelas famílias pobres, pelas crianças de rua, pelas mães em perigo em sua gestação e por tantas pessoas maltratadas. Também foi pedido que se respeite o direito à vida incondicionalmente, e pelas intenções que cada família leva em seu coração.

Também foi instalado um confessionário, que a quem desejasse, pudesse receber o Sacramento da Reconciliação, que tanto ajudou ajudou na JMJ.

Junto a isso, foram explicadas as atividades que a Igreja diocesana realizam Madri em prol das famílias e pessoas afetadas pela crise. Foram fornecidas informações necessárias sobre como se pode ajudar essas pessoas através das instituições da Igreja: colaborando como voluntários, realizando uma contribuição financeira, e de outras maneiras disponíveis a todos. Tudo se realizou num ambiente festivo e alegre. 

Com esses atos se tornou visível em Madri a transcendência das famílias cristãs e sua natureza colaborativa na consecução do bem de toda a sociedade.

Veja alguns dos principais videos do domingo:
Catequese de Kiko Argüello, iniciador do Caminho Neocatecumenal: "Deus te ama ainda que sejas um canalha e um mentiroso".






Palavras de Mons. Vincenzo Paglia. Presidente do Pontifício Conselho para a Família no Vaticano.


Palavras de Mons. Reig Pla, bispo de Alcalá de Henares.


Bento XVI dedica suas palavras durante o tradicional "Angelus" às famílias reunidas na Praça de Colón.

 Homilia do cardeal de Madri Rouco Varela.

Visite e descubra mais informações em: ​​http://www.porlafamiliacristiana.es
FONTE: (http://tonibandin.wordpress.com/)

Sagrada Família da Nazaré

O ícone mostra o regresso da Sagrada Família a Nazaré, depois de que o Menino havia sido encontrado no Templo. São José leva em seus ombros Jesus que se envolve rumo à Virgem Maria, sua Mãe. Ela durante o caminho entrega o pergaminho com a Palavra e sua missão, onde se pode ler, escrito em grego, o início do texto de Isaías 61,1-2: “O Espírito do Senhor está sobre mim, porque me ungiu…”.

São José leva em seu rosto a natureza refletida do Servo de Iahweh (do santo sudário) como sinal de que preparará Jesus para sua missão de Servo de Deus que leva sobre si os pecados do mundo (Is 53).

A importância deste fato está sublinhada pelo Caminho Neocatecumenal, que o prega por todo mundo: “formai nas paróquias comunidades cristãs como a Sagrada família de Nazaré”, onde os cristãos, que receberam o batismo, mas que vivem suas vidas na infância, possam crescer até chegar a serem adultos “até Aquele que é a Cabeça” (Ef 4).

O fato de que Jesus adolescente seja levado nos ombros indicam a importância que tem o pai de família que prepara os jovens para a vida adulta. O ícone mostra a necessidade que o homem tem da família para fazer-se adulto, como nos foi revelado Deus na Família de Nazaré.

O Verbo de Deus, feito homem, unicamente sendo adulto pode levar à cabo sua missão e Deus revela que o lugar histórico onde o Filho de Deus se faz adulto é na Família de Nazaré.

O Gesto de São José que leva Jesus sobre os ombros se encontra já, embora raras as vezes, na tradição iconográfica antiga, por exemplo no mosaico da Igreja de Chora (Séc. XII), em Istambul, onde no regresso do Egito a Nazaré, São José leva o menino nos ombros e sua mãe os seguem. O Gesto retoma embora por autores modernos, por exemplo, por Willian Dobson (1817 – 1878): num quadro seu São José leva nos braços o menino Jesus adolescente no regresso a Nazaré, depois do encontro com os doutores da Lei no Templo de Jerusalém (Tate Gallery de Londres).

O gesto da Virgem que entrega ao menino a Palavra, podemos encontrá-lo em muitos ícones da Igreja Ortodoxa, veja “Eleusa Kykkotissa”.

O nome vem do monastério de Kykko em Chipre, onde se vê a Virgem levando ao menino, já crescido, nos braços e lhe entregando o pergaminho de Isaías. Ícones da Eleusa Kykkotissa se encontram em muitas partes do mundo, como no monastério de Santa Catarina no Sinai, que está próximo do monte das tentações, em Israel.

Emborao grande pintor russo Simon Usciakov, do século XVI, tem uma belíssima Kikkotissa que se conserva na Galeria Tretjakov de Moscou. Este quadro inspirou o quadro da Virgem do Caminho Neocatecumenal.

 O ícone do “Regresso da Sagrada Família de Jerusalém à Nazaré” mede 100 x 120 cm. Com madeira de carvalho, recoberto de pano de ouro, cozida e dourada para o bolo, está pintado ao óleo pelo pintor Francisco Argüello, iniciador do Caminho Neocatecumenal a pedido do Conselho Pontifício para a Família, em ocasião da II Jornada Mundial da Família no Rio de Janeiro (1997). Este ícone foi doado ao Santo Padre.
FONTE: (http://servodejave.wordpress.com/)

domingo, 3 de fevereiro de 2013

Beato Adílio Daronch



BIOGRAFIA

Nasceu em outubro de 1908 em Dona Francisca, em uma família de modestas condições numa isolada localidade no interior do Brasil. Desde pequeno gostava muito de rezar e ajudar nas missas. Aos dezesseis anos morreu assassinado, juntamente com o Pe. Manuel Gómez González, por obra de alguns revolucionários que encontraram na estrada durante uma viagem para visitar as comunidades cristãs mais distantes. Nós o invocamos por sua forte amizade com Cristo!

FONTE: (http://www.rio2013.com/)

Partitura


Clique aqui e baixe a partitura do hino oficial da JMJ Rio 2013!

Kiko Argüello, auto-apresentado pela primeira vez em um livro

Publicado na Espanha o volume sobre a vida do iniciador do Caminho Neocatecumenal: da crise existencial ao encontro com Cristo e ao nascimento do itinerário de fé presente hoje em 101 países

"Eu tentei viver como se Deus não existisse. Foi um tempo em que eu fechei o céu. Fiz um céu de cimento em cima de mim e a vida se tornou muito difícil".

Kiko Argüello, fundador do Caminho Neocatecumenal, descreve a crise existencial que o levou ao encontro com Cristo e ao ponto de virada na própria vida. É o seu primeiro livro, El Kerigma, en las chabolas con los pobres (O Kerigma, nas favelas com os pobres).

"Eu estava morto por dentro e literalmente chocado com o fato de as pessoas conseguirem viver, quando eu era completamente incapaz de viver", escreve Kiko no texto publicado pela editora espanhola BuenasLetras, à venda na Espanha a partir na próxima terça, 27 de novembro.

"As pessoas se entusiasmavam com o futebol, com os filmes... Para mim, essas coisas não significam mais nada. Eu me perguntava: como é que as pessoas vivem? Como é que as pessoas conseguem viver? Eu via pessoas normais e pensava: mas elas não se perguntam ‘quem sou eu’, ‘quem me criou’, ‘o que é a vida’? Por que as pessoas não se colocam essas questões? Será que eu sou meio louco, um narcisista, um esquisito?".

"Tudo isso", diz o autor, "nascia da sensação de um constante impulso que me empurrava para a busca da verdade: quem somos e o que fazemos no mundo? Para mim, não era mais indiferente que Deus existisse ou não existisse: aquilo tinha se tornado uma questão de vida ou morte".

"Num momento trágico da minha vida, eu fui para o meu quarto, fechei a porta e clamei a Deus: se você existe, venha me ajudar, porque a morte está aqui na minha frente!".

O iniciador do Caminho Neocatecumenal publica o seu testemunho pessoal de encontro com Cristo em meio a uma forte crise existencial e, a partir dele, conta sobre a mudança que experimentou na vida e que desembocou no surgimento do itinerário neocatecumenal.

O volume também contém um kerygma, que, diz o autor, "pode ser uma ajuda, com o seu conteúdo e com a sua antropologia, para o sínodo sobre a Nova Evangelização", recentemente realizado no Vaticano.

O prefácio do livro é do cardeal Antonio Cañizares, prefeito da Congregação para o Culto Divino, que escreve: "O Caminho Neocatecumenal é um dom do Espírito Santo à Igreja depois do concílio, como um percurso ou caminho de iniciação ou reiniciação cristã, e como ferramenta para promover uma nova e vigorosa evangelização".

O cardeal prossegue: "Agradecemos a Deus pelas grandes maravilhas que Ele opera em prol da Igreja e da humanidade através desse caminho; pelas grandes bênçãos e frutos que, através deste caminho, se derramam em favor do seu povo: frutos de conversão à vida cristã, de vocações ao sacerdócio e à vida consagrada, de atividade missionária da Igreja. Frutos também de caridade, de vida conforme as bem-aventuranças, de generosidade, de famílias renovadas e abertas à vida".

Por sua vez, o cardeal Christoph Schönborn, arcebispo de Viena, oferece no livro um comentário sobre a catequese de Kiko intitulada Três Anjos. O cardeal austríaco escreve: "Este caminho, tantas vezes confirmado e encorajado pelo papa Paulo VI, pelo beato João Paulo II e pelo nosso Santo Padre Bento XVI, através do anúncio da Boa Nova, o kerygma, abriu a porta da fé para muitas pessoas".

"A catequese de Kiko, aqui publicada, é uma poderosa instrução para os discípulos. É um convite à conversão pessoal. Esta catequese me impressiona porque mostra de forma clara, para mim, pessoalmente, que, sem a conversão pessoal, não é possível evangelizar. Quem evangeliza precisa ser primeiro evangelizado".

Um dos pontos-chave do livro de Kiko Argüello é que "precisamos passar, nas paróquias, da pastoral de sacramentalização para a evangelização. Se a paróquia tem, por exemplo, um território com cerca de 15.000 pessoas, das quais apenas 5% vão à missa no domingo, mesmo assim existe ainda um grupo de pessoas que se casam na Igreja, que batizam os filhos, e assim por diante. Ao mesmo tempo, há outra quantidade enorme de pessoas que não vão à igreja nunca".

A pergunta é: "Por que tantas pessoas secularizadas?". O autor procura dar algumas respostas, algumas “pinceladas”, como ele chama. Uma delas: "Nos Atos dos Apóstolos é usada a expressão ‘mediante milagres’. Nos Atos, cada kerygma é, de fato, precedido por um milagre, que cria admiração, surpresa, abre os ouvidos das pessoas para aprontá-las a escutar. A fé vem pelo ouvido. (...) Esses milagres preparam as pessoas para ouvir o anúncio da Boa Nova, a grande notícia que salva o mundo".

"Não há coisa melhor no mundo para proclamar o evangelho", diz Kiko. "Deus quis salvar o mundo pela loucura do kerygma. Não é um sermão, não é uma meditação. É o anúncio de uma notícia que se realiza toda vez que é proclamada. E o que se realiza? A salvação. A palavra evangelho significa boa notícia. Kerygma e evangelho são a mesma palavra. Proclamar o evangelho é anunciar o kerygma. É importante ouvir o kerygma".

Kiko Argüello nasceu em León, Espanha, em 9 de janeiro de 1939. Estudou Belas Artes na Academia de San Fernando, em Madri, onde se tornou professor de Pintura e Desenho. Em 1959, recebeu o Prêmio Nacional de Pintura Extraordinária.

Depois de uma profunda crise existencial, uma forte conversão o levou a dedicar a vida a Cristo e à Igreja. Em 1960, junto com o escultor Coomontes e com o vidreiro Muñoz de Pablos, fundou o grupo de pesquisa de Arte Sacra Guilda 62, que fez várias exposições em Madri (Biblioteca Nacional). O grupo foi selecionado pelo Ministério da Cultura para representar a Espanha na Exposição Mundial de Arte Sacra em Royan, na França, em 1960. Ao mesmo tempo, Argüello exibia algumas das suas obras nos Países Baixos, na Galeria Nouvelles Images.

Convencido de que Cristo está presente no sofrimento dos pobres, Kiko vai viver com eles em 1964, na favela de Palomeras Altas, periferia de Madri.

Mais tarde, conhece Carmen Hernández e, juntos, conscientes do contexto de pobreza que os cerca, decidem encontrar uma forma de pregação, uma síntese catequético-querigmática, o que leva à formação de uma pequena comunidade cristã.

Nasce a primeira comunidade de pobres, em que é visível o amor do Cristo Crucificado. Ela se torna "semente" graças ao então arcebispo de Madri, dom Casimiro Morcillo, e é plantada nas primeiras paróquias em Madri. Depois, em Roma e em outros países. Vai sendo formado gradualmente um caminho de iniciação cristã para adultos, que descobre e recupera a riqueza do batismo. Kiko Argüello, Carmen Hernández e o padre italiano Mario Pezzi são hoje os líderes mundiais do Caminho Neocatecumenal, presente em 101 países, nos cinco continentes.


FONTE: (http://www.zenit.org/)

sábado, 2 de fevereiro de 2013

Lista dos Voluntários

Clique aqui e veja a lista do voluntários nacionais selecionados.

Clique aqui e veja a lista do voluntários internacionais selecionados.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

"Sede santos, porque eu sou santo" (1 Pd 1,16)

Il Padre Che e' Nei Cieli

São João Bosco

Nasceu perto de Turim, na Itália, em 1815. Muito cedo conheceu o que significava a palavra sofrimento, pois perdeu o pai tendo apenas dois anos. Sofreu incompreensões por causa de um irmão muito violento que teve. Dom Bosco quis ser sacerdote, mas sua mãe o alertava: "Se você quer ser padre para ser rico, eu não vou visitá-lo, porque nasci na pobreza e quero morrer nela".

Logo, Dom Bosco foi crescendo diante do testemunho de sua mãe Margarida, uma mulher de oração e discernimento. Ele teve que sair muito cedo de casa, mas aquele seu desejo de ser padre o acompanhou. Com 26 anos de idade, ele recebeu a graça da ordenação sacerdotal. Um homem carismático, Dom Bosco sofreu. Desde cedo, ele foi visitado por sonhos proféticos que só vieram a se realizar ao longo dos anos. Um homem sensível, de caridade com os jovens, se fez tudo para todos. Dom Bosco foi ao encontro da necessidade e da realidade daqueles jovens que não tinham onde viver, necessitavam de uma nova evangelização, de acolhimento. Um sacerdote corajoso, mas muito incompreendido. Foi chamado de louco por muitos devido à sua ousadia e à sua docilidade ao Divino Espírito Santo. 

Dom Bosco difundiu amplamente os chamados "Oratórios". Catequeses e orientações profissionais foram surgindo para os jovens a partir de então. Enfim, Dom Bosco era um homem voltado para o céu e, por isso, enraizado com o sofrimento humano, especialmente, dos jovens. Grande devoto da Santíssima Virgem Auxiliadora, foi um homem de trabalho e oração. Exemplo para os jovens, foi pai e mestre, como encontramos citado na liturgia de hoje. São João Bosco foi modelo, mas também soube observar tantos outros exemplos. Fundou a Congregação dos Salesianos dedicada à proteção de São Francisco de Sales, que foi o santo da mansidão. Isso que Dom Bosco foi também para aqueles jovens e para muitos, inclusive aqueles que não o compreendiam.

Homem orante, de um trabalho santificado, em tudo viveu a inspiração de Deus. Deixou uma grande família, um grande exemplo de como viver na graça, fiel a Nosso Senhor Jesus Cristo.

Em 31 de janeiro de 1888, tendo se desgastado por amor a Deus e pela salvação das almas, ele partiu. Mas está conosco no seu testemunho e na sua intercessão.

São João Bosco, rogai por nós!
FONTE: (http://www.cancaonova.com)

Redes Sociais


Brasília: Igreja na Asa Norte atrai mais visitantes com pinturas

Interior de paróquia é decorado por painéis com imagens de Jesus feitos por artistas estrangeiros

Na Idade Média, a igreja católica costumava decorar templos com vitrais que contavam passagens da Bíblia para ajudar os religiosos que não sabiam ler. O costume ganhou nova abordagem na tradicional Paróquia Nossa Senhora da Esperança, na 308 Norte, onde os fiéis podem conferir desde o dia 27 de novembro um conjunto de 15 painéis formados por pinturas que têm o objetivo de complementar trechos do livro sagrado, e não substituí-los como antigamente.

As obras colocadas no interior da igreja contam pedaços da história de Jesus Cristo. As telas foram feitas pelo Caminho Neocatecumenal, grupo que reúne artistas da Europa, América do Sul e Estados Unidos.

Cada imagem tem quatro metros de altura. Juntas, as pinturas ocupam uma área de 260 m² que forma uma espécie de coroa, abraçando os fiéis. De acordo com Alexandre Córdova, seminarista da paróquia, as peças complementam a homilia - momento da missa em que o padre explica o evangelho aos fiéis. "As obras vão catequizar por meio da beleza. Elas são como um pedaço do céu. A ideia é que as pessoas entrem na igreja e se sintam amadas", diz Córdova.

Os artistas usaram materiais como cal, pó de mármore, pigmentos coloridos e óleo de linhaça para a pintar os painéis em um processo que levou dois meses e foi todo realizado na paróquia.

Apesar de não ter um registro formal, Córdova garante que a movimentação de pessoas quase dobrou desde que os painéis foram inaugurados. A expectativa é de que os pinturas durem cem anos. Tempo de sobra para os brasilienses verem de perto a bela união entre arte e fé.

Há 13 anos, a equipe gerenciada por Juan Pablo Civil reconstrói o painel de Kiko Argüello, em igrejas católicas sediadas em várias localidades do mundo. Em Brasília, 16 artistas, distribuídos entre pintores e ajudantes, estão responsáveis pela pintura dos quadros que formam o conteúdo artístico, iniciado em meados de agosto. 

Veja a reportagem do DFTV:


FONTE: Reportagem publicada em 10/12/12 (http://www.destakjornal.com.br/)

Los Peces en el Río

Seminaristas Redemptoris Mater de Varsovia (Polonia) - Los Peces en el Río

Seja um voluntário, ainda dá tempo!

Devido à grande procura dos últimos dias, o Setor Voluntários do Comitê Organizador Local (COL) prorrogou as inscrições dos voluntários até o dia 15 de fevereiro. A partir desta data, a documentação dos novos selecionados será organizada e eles serão divididos por equipes.

De acordo com o Setor, os voluntários poderão trabalhar nos locais de hospedagem dos peregrinos, nos pontos de informação espalhados pela cidade, na organização dos eventos durante a JMJ, nos atos culturais, catequeses, tradução, serviços de saúde, comunicação, setor administrativo, entre outros. A divisão por equipes deverá ser finalizada até abril, quando os voluntários receberão um e-mail do Setor com as informações necessárias para a execução do serviço durante o encontro da juventude com o papa Bento XVI.

O Setor lembra ainda a importância do envio da documentação no prazo previsto para que a seleção dos voluntários seja validada. Isso se refere especificamente aos voluntários nacionais e internacionais. O prazo para envio da documentação está previsto no e-mail de confirmação que todos receberam. Sem essas informações não é possível completar o cadastro final, invalidando o processo.


INCREVA-SE CLICANDO AQUI
FONTE: (http://www.rio2013.com/)

O Caminho Neocatecumenal a serviço da Igreja para a descoberta da fé

Kiko Argüello explica como a realidade eclesial começada por ele realizou as promessas do Concílio Vaticano II, e trouxe novas energias à Igreja hoje

Com "grande alegria", no dia 13 de outubro de 2012, Bento XVI, deu início a um momento histórico para a Igreja do nosso tempo: o Ano da Fé. Milhares de fieis encheram a praça de São Pedro para celebrar o evento com o Santo Padre. Presentes na cerimônia também alguns Padres Conciliares e os diversos participantes no Sínodo dos Bispos para a Nova Evangelização ainda em andamento.

Entre estes, também Kiko Argüello, fundador de uma das realidades atualmente mais vivas e numerosas da Igreja: o Caminho Neocatecumenal, cujo carisma, por mais de 40 anos, é de fazer amadurecer uma fé no meio daquela "desertificação espiritual" que tem caracterizado as últimas décadas da humanidade.

No final da Santa Missa, Kiko concedeu ao site ZENIT a breve entrevista que publicamos abaixo:


Kiko, na primeira Congregação da Assembleia sinodal foi dedicado grande atenção aos movimentos e às realidades eclesiais, indicados como graça do Espírito Santo que dão nova energia à Igreja. O Cardeal Wuerl, entre estes, citou especialmente Comunhão e Libertação, Opus Dei e o Caminho Neocatecumenal. Como você acolheu estas palavras?

Kiko Argüello: Foi lindo! Nós nascemos depois do Concílio Vaticano II para ajudar a Igreja e estou feliz que isto seja reconhecido. Quisemos colocar na Igreja um caminho de fé, porque somente uma fé adulta pode responder às situações atuais de secularização que são encontradas em tantas partes do mundo. Ainda ontem, durante os trabalhos dos Círculos Menores do Sínodo, durante a quinta Congregação, um dos relatores, Mons. Ricardo Blázquez Pérez, arcebispo de Valladolid, falou do Caminho Neocatecumenal, e disse que estava convencido de que fosse uma das respostas, depois do Concílio, para os problemas da Igreja.

Isso não significa que queremos substituir a Igreja, ou que sejamos a única expressão eclesial e religiosa válida. Na verdade, somos somente servidores humildes que se colocam a serviço da Igreja, para ajudar as pessoas a descobrir a beleza de ser cristãos. Por que esta é uma coisa enorme: ser filhos de Deus, unidos, que se amam uns aos outros. É fantástico realmente!

Pode-se dizer, portanto, que, em certo sentido, o Caminho Neocatecumenal realizou as promessas do Concílio Vaticano II?

Kiko Argüello: Sim, está realizando as promessas, apesar de nós e dos nossos pecados. Leigos que evangelizam, famílias em missão, milhares de vocações. Este ano abrimos dez novos seminários, entre os quais um na Índia e um no Rio de Janeiro. Estamos realmente surpresos dos frutos que vemos, porque não é absolutamente trabalho nosso.

Quando peço famílias para ir em uma missão no mundo, certamente não é pelo meu poder que se oferecem 3.000. Ou, como aconteceu no passado verão em Madrid que pedi sacerdotes para a China e quase 5.000 jovens se ofereceram... É algo lindo. Somos realmente espectadores das obras do Espírito Santo.

Ultimamente fala-se de uma publicação sua que está quase saindo. Isso é verdade?

Kiko Argüello: Sim. É um pequeno volume que vai sair talvez no encerramento dos trabalhos sinodais, onde buscamos colocar por escrito o Kerygma anunciado nos encontros de Nápoles, Budapeste, Milão e Trieste deste ano. É o kerygma dos três anjos, que, na minha opinião, é uma catequese muito importante para a antropologia de hoje, que perdeu o seu conteúdo profundo. Pode-se dizer que é um livro para a Nova Evangelização, e nós acreditamos que seja importante transmitir este anúncio que restaura um sentido à pergunta "por que evangelizar?".

O Santo Padre abriu, há pouco tempo, um tempo de graça para a Igreja de hoje: o Ano da Fé. Quais são suas expectativas para este ano?

Kiko Argüello: Eu espero que nós possamos redescobrir a beleza da Fé. Aquela Fé que nos dá a natureza de Deus e cura profundamente o ser do homem que foi ferido pelo pecado original. O homem separando-se de Deus se torna escravo do não ser, as consequências são óbvias: a quantidade de mulheres que são assassinadas, os suicídios por toda parte e assim por diante. Quando um homem descobre que “não é”, decide matar-se. A Igreja, portanto, neste ano, deve redescobrir a palavra de salvação para toda a humanidade: que Cristo veio para dar-lhes a vida, para dar "o ser do Espírito Santo".
FONTE: (http://www.zenit.org/)

Cartaz de divulgação

Ano da Fé

Recordando os cinquenta anos da abertura do Concílio Vaticano II, o evento eclesial mais importante do Século XX, o Papa Bento XVI inaugurou com uma multitudinária Eucaristia na Praça de São Pedro na manhã do dia 11 de outubro de 2012 o Ano da Fé, convocado com o objetivo de promover a Nova Evangelização.

“O Ano da fé que estamos inaugurando hoje está ligado coerentemente com todo o caminho da Igreja ao longo dos últimos 50 anos: desde o Concílio, passando pelo Magistério do Servo de Deus Paulo VI, que proclamou um "Ano da Fé", em 1967, até chegar ao o Grande Jubileu do ano 2000, com o qual o Bem-Aventurado João Paulo II propôs novamente a toda a humanidade Jesus Cristo como único Salvador, ontem, hoje e sempre”, recordou Bento XVI na homilia da Missa.

Embora o Concílio Vaticano II, observou o Papa, não tenha tratado da fé como tema de um documento específico, no entanto, esteve todo ele inteiramente animado pela consciência e pelo desejo de, por assim dizer, imergir mais uma vez no mistério cristão, para o poder propor de novo e eficazmente para o homem contemporâneo. Como dizia Paulo VI, dois anos depois da conclusão do Concílio: “Se o Concílio não trata expressamente da fé, fala da fé a cada página, reconhece o seu caráter vital e sobrenatural, pressupõe-na íntegra e forte, e estrutura as suas doutrinas tendo a fé por alicerce”.

Bento XVI recordou que ele mesmo teve ocasião de experimentar que “durante o Concílio havia uma emocionante tensão em relação à tarefa comum de fazer resplandecer a verdade e a beleza da fé no hoje do nosso tempo, sem a sacrificar às exigências do tempo presente, mas também sem a manter presa ao passado”. 

“Na fé ecoa o eterno presente de Deus, que transcende o tempo, mas que só pode ser acolhida no nosso hoje, que não torna a repetir-se. Por isso, julgo que a coisa mais importante, especialmente numa ocasião tão significativa como a presente, seja reavivar em toda a Igreja aquela tensão positiva, aquele desejo ardente de anunciar novamente Cristo ao homem contemporâneo”, afirmou o Papa.

O mais importante, especialmente numa ocasião tão significativa como a atual, observou Bento XVI, é reavivar na Igreja “aquela mesma tensão positiva, aquele desejo ardente de anunciar novamente Cristo ao homem contemporâneo, sempre apoiado na base concreta e precisa, que são os documentos do Concílio Vaticano II”.

“A referência aos documentos protege dos extremos tanto de nostalgias anacrônicas como de avanços excessivos, permitindo captar a novidade na continuidade. O Concílio não excogitou nada de novo em matéria de fé, nem quis substituir aquilo que existia antes. Pelo contrário, preocupou-se em fazer com que a mesma fé continue a ser vivida no presente, continue a ser uma fé viva em um mundo em mudança”, esclareceu.

De fato, prosseguiu o Pontífice, “se a Igreja hoje propõe um novo Ano da Fé e a nova evangelização, não é para prestar honras, mas porque é necessário, mais ainda do que há 50 anos!”. 

“Nas últimas décadas, observamos o avanço de uma "desertificação" espiritual, mas, no entanto, é precisamente a partir da experiência deste vazio que podemos redescobrir a alegria de crer, a sua importância vital para nós homens e mulheres. E no deserto existe, sobretudo, necessidade de pessoas de fé que, com suas próprias vidas, indiquem o caminho para a Terra Prometida, mantendo assim viva a esperança. A fé vivida abre o coração à Graça de Deus, que liberta do pessimismo”, asseverou.

Na conclusão da homilia o Papa afirmou que este ano da Fé pode ser representado como "uma peregrinação nos desertos do mundo contemporâneo, em que se deve levar apenas o que é essencial: nem cajado, nem sacola, nem pão, nem dinheiro, nem duas túnicas - como o Senhor exorta aos Apóstolos ao enviá-los em missão - mas sim o Evangelho e a fé da Igreja, dos quais os documentos do Concílio Vaticano II são uma expressão luminosa, assim como o Catecismo da Igreja Católica, publicado há 20 anos".

“Que a Virgem Maria brilhe sempre qual estrela no caminho da nova evangelização. Que Ela nos ajude a pôr em prática a exortação do Apóstolo Paulo: ‘A palavra de Cristo, em toda a sua riqueza, habite em vós. Ensinai e admoestai-vos uns aos outros, com toda a sabedoria... Tudo o que fizerdes, em palavras ou obras, seja feito em nome do Senhor Jesus. Por meio dele dai graças a Deus Pai’”, finalizou.

Veja o calendário oficial do Ano da Fé:



Significado da logomarca do Ano da Fé:


No logo, a Igreja é representada por um barco, o mastro é uma cruz que iça as velas que formam o trigrama do nome de Cristo (IHS), e ao fundo, o sol associado ao trigrama remete à Eucaristia.

No hino, o refrão "Credo, Domine, adauge nobis é fidem" é uma invocação a Deus para que aumente a fé.

 
FONTE: (http://www.acidigital.com/)

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Caminho Neocatecumenal reúne mais de 7 mil jovens na Guatemala

Cerca de 7.100 jovens salvadorenhos e guatemaltecos do Caminho Neocatecumenal participaram do IV Encontro Vocacional Esquipulas, no dia 13 de maio de 2012, data do 95º aniversário da aparição de Nossa Senhora de Fátima em Portugal.

Esquipulas é um importante centro de peregrinação para os católicos da América Central, principalmente para os devotos do Cristo Negro ou Senhor de Esquipulas, uma imagem de Cristo crucificado venerada ali desde março de 1595.

Na madrugada de domingo, os quase 5 mil salvadorenhos que participaram do encontro renunciaram ao sono e embarcaram nos ônibus que partiam das dioceses de Sonsonate, Santa Ana, San Miguel, Santiago de María, Zacatecoluca e San Salvador, para encarar os 200 quilômetros até a Guatemala. Por sua vez, os guatemaltecos vinham de Verapaces, Zacapa e Santo Cristo de Esquipulas, Cidade da Guatemala, Santiago de Guatemala e Santa Rosa de Lima.

Depois da leitura da Segunda Carta aos Coríntios, o bispo de Zacapa, dom Rossolino Biancheti, convidou os presentes a olharem para o Cristo crucificado e entenderem que ele diz a cada um: "Eu te escolhi". Invocado o Espírito Santo, o bispo convidou os jovens que se sentissem chamados ao sacerdócio a evangelizarem um país distante. 90 rapazes receberam a imposição de mãos do bispo e 110 meninas se levantaram, sinalizando que se sentiam chamadas à vida contemplativa ou a viver em virgindade nas suas próprias comunidades ou como catequistas itinerantes.

Veja alguns vídeos e fotos:






FONTE: (http://www.zenit.org/)

Santa Teresa de Liseux



BIOGRAFIA

Santa Teresinha do Menino Jesus nasceu na França, em 1873. Aos 15 anos, entrou num Mosteiro Carmelita, lugar onde viveu com humildade, simplicidade sua plena confiança em Deus. Foi proclamada padroeira das missões em 1927, por seu profundo desejo de ser missionária e sua disposição de oferecer tudo pelo bem dos demais. A JMJ a invoca como Padroeira das missões!



FONTE: (http://www.rio2013.com/)

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